A Câmara de Quissamã é um barril de pólvora. O presidente sub judice, Nilton Furinga, se recusou a pôr em votação requerimentos do grupo dos cinco vereadores que não reconhecem a eleição da Mesa Diretora. Furinga tentou encerrar a sessão na marra — o que é proibido pelo regimento interno. Não satisfeito, resolveu... cortar o microfone dos desafetos!
Moral da história...
Furinga e seus aliados deixaram o plenário que, como manda o regimento, acabou sendo tocado pela maioria. Os vereadores, então, botaram lenha na fogueira e aprovaram o que bem entenderam, incluindo uma CPI para apurar possíveis irregularidades na última gestão — justamente, claro, a de Furinga.
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Berenice Seara / Extra
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