O ministro das Cidades, Mário Negromonte, descartou ontem o bloqueio de recursos já empenhados para os municípios. "Vamos manter os empenhos e liberar os recursos dentro do cronograma de execução das obras", assegurou.
Na terça-feira, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou um balanço no qual informa que o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou para a gestão de Dilma Rousseff cerca de R$ 27,8 bilhões como restos a pagar - estoque de despesas com obras em andamento deixadas para o próximo ano - aos municípios.
Segundo Negromonte, é essencial que os recursos cheguem e que as obras sejam executadas. "Para isso, cada um tem que cumprir a sua parte: a prefeitura tem que elaborar os projetos corretamente e o ministério tem que ter agilidade para liberar as verbas de forma correta e célere."
A Caixa Econômica Federal (CEF) tem contrato com o Ministério para formalizar a operação financeira referente aos projetos aprovados pelo ministério. O ministro solicitou um estudo para identificar pontos que podem ser aprimorados e que possam agilizar a liberação de recursos.
MG
Subiu de 100 para 102 o número de municípios em Minas Gerais que decretaram situação de emergência por causa de enchentes. Entram na lista as cidades de Itamarandiba e Soledade de Minas.
Balanço indica que até agora são 17.654 as pessoas desalojadas, 2.678 as desabrigadas e 17 as mortas.
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DCI
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